Na universidade, com a orientação teórica de Koellreuter, Tom Zé incorporou à sua música conceitos modernistas. Uniu elementos de música erudita e de vanguarda ao folclore e às canções de trabalho de sua cidade, do povo de sua região. Em seus arranjos e orquestrações, acrescentou liquidificadores, rádios, máquinas de escrever, enceradeiras, gravadores, teclados e garrafas. Juntou-os a instrumentos convencionais, a par de um complexo sistema de som construído por ele próprio.
Formação:
Tom Zé - triângulo e instrumentos especiais.
Daniel Maia - guitarra.
Cristina Carneiro - teclados e instrumentos especiais.
Jarbas Mariz - viola 12 cordas, bandolim e instrumentos especiais.
Felipe Alves - baixo.
Rogério Bastos - bateria.
Comentários (0)